Passamos a citar a Comunicação da Docente de TMRP:
“1) a parte teórica, com uma ponderação de 30% da nota final, isto é, até 6 valores na escala de 20, é quantitativamente considerada negativa abaixo de uma média dos dois momentos de avaliação de 2,4.
2) reconhecendo a importância e imprescindibilidade na formação e aprendizagem no âmbito desta unidade curricular do estudo e reflexão em torno dos conceitos e leituras teóricas acerca de “resolução de problemas” encontrei esta “fórmula” de avaliação que, como tive várias ocasiões para partilhar convosco (com quem ía às aulas), era uma “convite formal” à leitura e contacto com textos, noções e desenvolvimentos teóricos. contudo, tal como creio que ficou esclarecido desde o primero momento, a minha fundamental preocupação é com o treino de competências e o envolvimento dos estudantes num processo de aprendizagem de base, essencialmente investigativa, aprendizagem reflexiva, cooperativa, auto-regulada, crítica e criativa. (Daí a ênfase na nota “prática”). Portanto, as notas obtidas pretendem ser o reflexo de um desempenho, cuja qualidade deve reflectir o investimento pessoal e sua aproximação aos critérios por mim adoptados. dito de outra maneira, uma informação que cada um deveria gerir em termos formativos e de auto-avaliação, relacionando atitudes de estudo, resultdos de aprendizagem e posicionamento face à escala de classificações, mediante critérios ajustados à situação particular. dito ainda de outra maneira, neste momento NINGUÉM, inclusivamente quem foi pior classificado, ESTÁ EXCLUÍDO OU REPROVADO! Ainda falta obter uma classificação que pode ir até aos 14 valores (nota prática).
A resolução das provas, sejam teóricas ou práticas, é condição necessária, mas nunca suficiente para concluir a unidade curricular de TMRP. (Excluem-se os casos excepcionais das colegas, creio que 5, que estando a frequentar o
4.º ou 5.º ano ou que por algum motivo não podem frequentar as aulas, combinaram comigo alternativa de estudo e de avaliação. Elas também fazem o seu estudo teórico e dão dele conta em modalidades que estão acertadas desde o início do ano)
3) NÃO VOU FAZER QUALQUER APRECIAÇÃO DE NOTA OU COMENTÁRIOS INDIVIDUAIS ESCRITOS! Disponibilizo-me para permitir às pessoas que se confrontem com as suas prestações e para comentar individualmente as respostas e a sua apreciação, mas era só o que me faltava! Já desisi, quase, de dormir, deixo para 2.º e 3.º e enésimo plano as questões de meu interesse pessoal incluindo as familiares para não descurar ou acompanhar ao máximo os aspectos pedagógicos, preocupo-me em acertar critérios justos, exequíveis, de aprendzagem, com uma extrema atenção à efectva preparação para as exigências vindouras … além de que uma vez acordadas as condições de trabalho curricular nem teria de justificar mais nada.
Em suma, 2.ª feira, a partir, sensivelmente, das 14h estarei no gabinete. Vou estando sempre que não tenha compromissos que exijam participar fisicamente noutros espaços, além de que nos dias marcados para os exames
também estarei disponível para tratar de assuntos relativos à unidade curricular.
Gostaria que mais do que a contagem de décimas se destacasse a efectiva aprendizagem e a satisfação de um trabalho que, tanto quanto possível e desejado, venha a ter implicações de privilégio pessoal e profissional.
Grata pela atenção e com votos de sucessos!
Ana Cristina Ferreira de Almeida”
ATENÇÃO: Para obterem o enunciado a que podem responder (de preferência em letra bem legível – o processamento acautela más caligrafias e erros ortográficos), devem pedí-lo por e-mail ao Pedro ou à Elsa (elsocas_179@hotmail.com)… Como se explica, a quem falta cumprir uma das avaliações responde ao respectivo grupo de questões.
Bom trabalho!
O dia do exame marca a data-limite de recepção de respostas (neste caso à época normal) Bom estudo e sucessos!